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domingo, 13 de maio de 2012

Uma pequena passagem de um casinho ocorrido no lotação

Sábado a noite, voltando para casa, sozinho. Sentei ao lado de uma moça no lotação, em silêncio. Com fones de ouvindo e Queen eu faria uma viagenzinha sem graça, no meu mundinho, como muitos fazemos. Incrível como estamos sempre todos calados, preferindo prestar atenção na música de sempre ou no barulho chato do ônibus... Mas disso eu falo em outra hora!
Num momento percebi que o rapaz que estava sentado imediatamente atrás da moça começou a mexer nos cabelos dela, ato que ela desaprovou se inclinando para a frente e também trazendo seus cabelos para o peito. Tirei os fones para tentar entender a situação. Ainda estavam em silêncio. Mais uma vez aquilo se repetiu e ela demonstrou desagradar. Foi então que eu virei para trás, sem saber quem eram aquelas duas pessoas:
_ Ô Cara, respeite a menina!
Foi tão impulsivo e no mesmo impulso ela respondeu:
_ Ah não, ele é meu namorado.
Minha expressão deve ter sido engraçadíssima para quem assitiu àquilo, saltaria do ônibus naquela hora se estivéssemos parados num ponto. Mas não estávamos, escondi-me recolocando os fones e aumentando o volume de "I want to break free".
Mas ao mesmo tempo fiz uma breve reflexão, retirei (acho que nunca usei essa palavra com esse sentido - tirar de novo) os fones e soltei:
_ Mas me desculpem, jamais imaginaria que seriam namorados. É que você ( a moça) demostrou que fora incômoda a ação dele. Já vi caras petulantes incomodando meninas e julguei que era o caso.
Eles não rsponderam nada. Só um risinho dela. Então fui claro:

_ Sábado a noite, vocês namorando. Como assim que cada um senta em um banco no ônibus. Tratem já de se acertarem. Desculpem pela intromissão, mas vocês merece ser felizes.
Não sei se isso consertou alguma coisa. A menina falou que não tinha problema e o cara continuava com a cara de bobo de um homem que tenta agradar a mulher com quem acabou de ter uma discussão, mexendo nos seus cabelos.
Recoloquei os fones e segui viagem, não dei meu lugar ao cara e a menina não se prontificou a transferir para o lado dele, na dupla de poltronas imediatamente atrás. Mas fiz isso para tentar ser imparcial na decisão dos dois de se reconciliarem. Alguns instantes depois ela começou a se mexer, até que tomou coragem, me pediu licença e saltou para trás. Dei uma de desinteressado, ainda estava meio envergonhado. E pensei que não cabia a minha presença na história dos dois. Aquilo ali era deles. Coloquei "Love of my life" no último volume, só pra mim. Pensei em amores, segui até em casa, sem olhar pra trás.
E torci pra que ficassem bem, aproveitassem seu namoro. Estarão juntinhos agora? Quem sabe? Quem são eles?
São Paulo e a poesia de seu dias, obrigado por todas as experiências fantásticas que estais me proporcionando.

Bom domingo,

Polin Maia

Bem-me-quer, mal-me-quer

Florzinhas estavam à beira do caminho, na estrada da casa da minha Vó São. Era uma tardinha, eu saí andando pela estrada para pensar um pouco na vida, e a beleza dessas florzinhas, do bem-me-quer, mal-me-quer feito com elas, me despertou o que agora reproduzo / compartilho.
___x___x___
Bem-me-quer, mal-me-quer
Mal-me-quer, bem-me-quer
Catei uma florzinha à beira da estrada
Lembrei da coisa que as meninas faziam
Do bem-me-quer, mal-me-quer.

E fazendo com uma florzinha, mais duas ou três
Sempre caía no  mal-me-quer.

Fui contar e descobri
Que todas as florzinhas tinham número par de petalazinhas
E bastou que eu dissesse o mal-me-quer antes do bem-me-quer
Para que ao final sempre caísse no bem-me-quer. 
Pode você ir na beira da estrada da casa de minha vó e conferir!

E mais que isso, entendi que não é a florzinha que me diz se bem-me-quer ou mal-me-quer
É só eu escolher com qual querer eu vou começar a contar.
E assim, sou eu quem define se bem-me-quer ou mal-me-quer.

E alguns dirão que isso deixa tudo menos simbólico e gracejante. Não conte a nenhuma menininha sonhadora, ainda que você a seja, que descobriu isso. Deixe-a seduzir pelo bem-me-quer, mal-me-quer. Ah, vai que a florzinha dela também não siga o padrão das minhas!

Agora peço somente que deixe minha menina bem-me-querer.
 
___ x___x___

Grande abraço, 

Polin Maia

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Conheça seus veteranos! (Um texto esquecido numa comunidade do orkut, que resolvi trazer para cá)

Escrevi isso aqui em 30/01/2010, na madrugada, para receber meus grandes amigos que na época eram apenas calouros da Bioquímica. Sinto saudade dessa época, apesar de não ter tanto tempo...


Conheça seus veteranos!
Afinal de contas, submeter-se-ão a nós pra todo o sempre!

Larissa Gabriela... Membro do C.A. de Bioquímica, Porta-voz da sala em momentos sérios e descontraídos. Altona de sorriso fácil. Gosta de pegar ônibus às 5 horas da manhã pra ir pra J M City junto ao "pateta-fazedor" deste tópico.

Marcelo... Do tipo defensor da Bioquímica até as últimas consequências, fala em Tecnologias relacionadas ao nosso brilhante curso e sei que vai nos levar pra uma boa empresa para ficarmos todos rico$. Direto da terra do Roberto pra terra Viciosa (todo mundo tá usando essa palavra - também resolvi usá-la)

Charles... ou Charles Chaplin, Charles Darwin, Ray Charles, O menino da fantástica fábrica de chocolate, Jean Charles de Menezes ou Charles Theron shaushaushau. Responsável pela fabricação da cachaça produzida em Salinas em 1 ano e consumida somente em Viçosa em assustadoras 6 horas de Mais Louco que o Batman.

Luiza Scalabrini... parente da querida e admirada Isabella Scalabrini que acompanhou meu almoço durante todos os anos em que assisti ao MGTV primeira edição... Menina importante né não? Gosta de um truco, do Galo (aff), duma "Rita" e de um óculos de Sol.

Murillo Peterlini... Do tipo estudioso, queria muito a medicina mas veio pra BQI (FEZ CERTO!). Paulista, com sotaque paulista-capixaba-mineiro-interiorano. Gosta da Biblioteca (a Bioquímica toda gosta de fazer desse lugar uma segunda casa) e está sempre adiantado em todos os estudos. E eu com uma prova puxada de Cálculo II amanhã tô aqui nesse empenho!

Gabriela Peterlinni... Do tipo estudiosa, queria muito a medicina mas veio pra BQI (FEZ CERTO!). Paulista, com sotaque paulista-capixaba-mineiro-interiorano. Gosta da Biblioteca (a Bioquímica toda gosta de fazer desse lugar uma segunda casa) e está sempre adiantada em todos os estudos. E eu com uma prova puxada de Cálculo II amanhã tô aqui nesse empenho! Acho que deu pra notar que ela tem um irmão na sala né?

Maria Elisa... Companheirona sempre. Interessa-se pelo "Metal" e pelas Ciências Humanas. Há aqueles que acham que faz Ciências Sociais, mas só tem uns 5625726572365235 amigos lá, não muito. Nem quis saber de Farmácia na UFJF (alguns ficam nesse curso, coitados) e largou Giz de Fóórr pra fazer o curso mais bacana entre os hemisférios Sul e Norte.

Ronni... De histórias pra contar e histórias pra nos ensinar. Aquele que se envereda pelos caminhos da Literatura, das Artes, do perfeccionismo, das questões cristãs. (GASTEI NÉ?) Que larga mão do RU (Rest. Universitário) pra comer um pão-de-queijo no ITAÚ e ainda vira a noite com cê na biblioteca pra te ensinar a matéria toda da última prova de Cálculo I. Outro da Terra do Roberto Carlos!

Janiny Sch... Do tipo com nome difícil pra pessoas normais e ainda mais difícil pro calmíssimo-lento-quase-parando professor Marcos da Genética. Sobrenome bacana! Parece que gosta de sofrer... nem eh de Minas e escolhe o Atlético pra torcer. Aff!

Yasmim... Anda correndo e sempre tá chegando atrasada, é impressionante! Se acostumou tanto a viajar de cipó na Floresta Amazônica que acha que os meios de locomoção da cidade são assim tão rápidos! Uma menorzinha de turma muito forte e determinada que saiu de Rondônia (Éh, R-O-N-D-Ô-N-I-A) e veio nos divertir por aqui. Ela vai te fazer rir, calouro.

Alex... Admirado pelas suas brilhantes notas, mas sobretudo por seu espírito camarada (Quase uma propaganda do filme da Sessão da Tarde hehe). Ajuda-nos a passar pelas MAT's! Literalmente passar! Gosta de um estilo de livro que eu não sei descrever (Hobbit... mais ou menos isso. pesquise né calouro, já tô fazendo um favorzão!). Pode contar com ele, mas num venha encher o saco não. Ngm suporta!

Pedro Henrique Scarpelli... tive que ir no orkut dele pra ver o nome! Meu companheiro no Atlestismo. Ralou-se todo no primeiro dia de treino ao cair com tudo no asfalto. Achou que era o Usain! hsuahsauhs Também gosta de truco e mora com o Marcelo e com o Alex. Têm uma república com um nome bacana, mas que eu não faço a mínima idéia do que significa.

Carol... Se vc estiver nas Quatro pilastras é possível avistá-la na Veterinária. mas ela nunca vai lá, é preguiçosa como ela mesma. Não encontrei uma menos preguiçosa hsauhsuashuash! Mas anima bastante pra ir numa festa. Tem um apartamento bacana que serve de point pro pessoal da BQI. Mais uma do ES! "Esse povo invadiu a UFV"

Jamille... Olho pra ela e não consigo não fazer uma piada ou dar uma bundada, ou um susto, ou um beliscão ou simplesmente Rir. Acho ela inteligente pacas, mas todos nós somos inteligentes, não se esqueçam disso! Veio ela da terra do Aviador, Carlos Drummond.

Silvino... Das paradisíacas ilhas de Cabo Verde veio com seu português bem falado (eu não acreditava na capacidade de um não-brasilerio falar português. Idiota eu!) e nos enriquece com suas conversas sobre a cultura africana. DCE, Sinuca, Bilhar... eh lá mesmo que ele estará (péssima rima)

Izadora com Z... Lembro dela com um cabelão rabo-de-cavalo e uma grande sombrinha no começo do ano. Ela é bem esperta no quesito andar com sombrinha porque em Viçosa vc nunca sabe se vai chover ou fazer sol ou até nevar. Juro que um dia nevou na minha janela! Respondia com prazer e corretamente as perguntas da Lucy no Cálculo I. Um fenômeno! Faz Ginástica Artística e tem um sotaque bem mineirim.

Lummy... Tadinha, teve que me suportar nas minhas bagunças nos Laboratórios de Química e Biologia e fazer os relatórios sozinha e ainda me emprestar suas lâminas. Tem sempre uns bons casos pra contar e a gente consegue tirar um riso de muitas situações. Mais uma do time das mineiras q não sabem torcer. E, nos prazeres e DESPRAZERES, torce mesmo!

Karine... a única autêntica cidadã viçosense nascida e residente na turma da Bioquímica! Acho que a primeira menina que conheci aqui de fato. Sempre me ouvia e acabamos por descobrir que nossas avós sempre se conheceram e eram vizinhas lá em Guaraciaba. Decidida, sonhadora, Ansiosa, nervosa e alto-astral! é mais ou menos isso q quis colocar!

Bruna Tavares... Cidadã de Ubá. Já conversamos sobre a Lady Gaga de Ilhéus inúmeros vezes e não nos cansamos. Na primeira conversa que tivemos ela disse que eu era engraçado e eu até coloquei isso na descrição do meu profile Créditos pra ela! Tem um sorriso contagiante.

Felipe... Bastante tranquilo, Festeiro (e quem não é nesse lugar?) e de bem com a vida. Mais um cidadão de Ubá, mais um feliz e sorridente companheiro 'fazedor' de período de verão shaushaushaushaushuahsuahs

Bruna Sufiate... Uma esperta-boba-alegre. Veio de Vila Velha pra Viçosa fazer seu futuro valer a pena (Aliteração proposital). De opinião interessante e reforço, boa risada! Cozinha bem pra caramba e fica andando de carro sábado a tarde pela UFV (QUE INVEJA).

Ariane... grande amiga que fiz aqui. Mas já nos conhecíamos há muito tempo. Menina recatada e quietinha e que como dizem alguns nos cativou muito. Não permitiremos que ela se afaste de nós caso vá fazer Eng Química noutra cidade. Temos os assuntos de Lafaiete, e os casos muito engraçados de nossas vidas de calouros. Fomos autênticos calouros. Vocês todos serão!

Isadora com S... Fomos pro xadrez juntos. Lá ficamos numa sala ampla com um monte de gente concentrada nos seus serviços da seletiva. Um dia jogamos volei numa quadra um pouco velha mas que era a única disponível para nós, pobres coitados prisioneiros do fds de viçosa. Ela conseguiu sair da Prisão I Cúlalco primeiro que eu. Eu perguntei pq liberaram ela primeiro que eu. Então disseram: é pq ês te odeia. Mas ela, ês adora! (se vc, caro leitor, não achar graça, não tem problema xD)

Viktor... Do tipo que usa óculos de alto grau e gosta dessas coisas modernas, tecnológicas e que eu não compreendo bem. E que é faixa preta em tae-kwon-dô, fala com certeza alguma outra língua, acha qualquer coisa fácil e namora a Yasmim! Um mil e uma utilidades.

Marcela... Decidiu fazer Bioquímica porque quer trabalhar com extração de um composto superpoderoso encontrado nas sequóias dos pântanos do Alaska e gosta de ajudar a decidir assuntos pertinentes à nossa turma. De BH, assim como a Luiza, o Pedro, a Isadora, o Viktor e alguns outros q não me lembro.

Larissa Barony... irmã daquela Juliana Barony que era uma paquita da Xuxa. Ia ser contratada para integrar o novo time das paquitas Geração 2010 mas resolveu vir pra Viçosa quando assistiu ao vídeo "AHAM, AGORA SENTA LÁ CLÁUDIA" e ficou com medo da futura patroa. É de Timóteo ou Ipatinga, não sei até hoje. Dança muito

Gabriela Fonseca... Pequenininha do cabelo de cachinhos. Dizia que era uma anja, mas entendemos, com o passar dos meses, que não o é. Vivo na casa dela. Filo bóia, não dou sossego e ela sempre paciente ri das minhas piadas, aceita os meus convites pra por exemplo ir nos Correios e ficar meia hora esperando eu por uma carta. E me liga todo dia pra gente ir pra aula. Ela eu sei que é de Patinga!

Bianca... ela me ensinou a fazer uma reação na aula do Márcio José (Química) e eu pensei: Manja! Chamo ela carinhosamente de Biancão, mas pode chamá-la de Bianca mesmo. Mestre na arte do lançamento de fatiazinhas de cenoura no RU, autenticamente 'dá pala' do que é engraçado. É de Coimbra, mas morou a vida toda em Lisboa de onde me trouxe uma bela lembrança do famoso Oceanário. Viu que A UFV é beeeeeeeeeeeeem melhor q a Universidade de Coimbra e resolveu vir pra cá.

Gabriel... Também veio de Coimbra, mas veio transferido já que foi expulso da universidade de sua cidade natal por mau comportamento e só poderia continuar sua graduação fora do seu país. Deu tchau pro Joaquim e pra tereza e campou-se. Às vezes não podia fazer cachorro-quente com o povo da turma porque tinha que ir ver a novela "paraíso". Ele é muito engraçado e conta os casos mais nababescos e arabescos q vc pode imaginar.

Iuri V. Pèrissé... Irmão da Heloísa, aquela do Sob Nova Direção. Ganhou de presente da irmã rica uma motocicleta bacana e fica dando voltas nela na UFV enquanto seus caros amigos põem o coração pra fora pra chegar no PVB. Namora a Ay... (como escreve?) que é da Agronomia mas é quase da Bioquímica também. Mora com afegãos que se dizem japas. Veio do Estado do Rio, mas parece que mora mais perto de BH do que de Niterói. Comofaçoparaentenderisso?

Maria Isabel... Do tipo que chega causando. Faz as perguntas mais infrequentes, tem as piores dúvidas e adora dar e receber abraços. Veio de uma chácara chamada Bom Jardim de Minas que é habitada por duas famílias: a dela e a do George Kling. ALGUÉM, PELO AMOR DE DEUS CONHECE OUTRO DESSE LOCAL? Tenta me ensinar forró. Temos histórias muito loucas também.

Priscila... chegou a hora das loiras. Pior que a danada passa longe da burrice, nem dá pra "piadar". Desesperada por estudos sempre vai dar conta! A menina canta demais, cê têm que ver, melhor ouvir. É de Viçosa mesmo, digo Ervália, mas mora em Viçosa há algum tempo. Se assusta fácil com meus relatos e gosta de conversar, o que é sempre bom. Tem uma amiga que sempre a acompanhava: a Thaís Foureaux, um mimo! pena que a Thaís foi pra Gov. Valadares e deixou-nos saudosos.

Camila... a 2ª loira. De Limeira, interiôrr de São Paulo. Muito preocupada com qualquer assunto, gosta de falar sobre suas histórias. Às vezes é muito trágica, mas como eu, conhece bem Pedra Letícia (mto bom) e apesar da vergonha, conta piadas censuráveis.

William... não, num é a próxima loira não. Quero dizer, as loiras acabaram. Que miséria! O William é um sujeito de pouco cabelo, que deve ser preto, do Estado do Espírito Santo. Bem tranquilo também, confudia-o sempre com nosso amigo Felipe. Entende bastante dessa área de Bioquímica e também vai dar emprego para todos nós.

Gabriela Manini... Cidadã conhecedora a fundo da bela Conselheiro Lafaiete, uma pérola das Minas Gerais! De Conversa calma e agradável, parece gostar imensamente de Viçosa. Amiga da Júlia, uma Bioquímica que deixou-nos, mas fará sempre parte desse honrado grupo. Ah, não podemos esquecer também da Larissa Caldeira que ficou com a gente por um semestre e foi capaz de realizar a nobre ação de adotar um cachorrinho filhote faminto e levá-lo para sua casa em BH. Voltando à Gabi Manini, digo que ela pretende trabalhar com extração de cálcio das geleiras vulcânicas da Eritréia, e procura outro estudante para acompanhá-la. Boa Sorte!

Anna Claúdia... de São Sebastião da Vargem Alegre. Deixada por último, mas com a glória e honra de poder ser a primeira, devido ao tamanho quase microscópico da sua pessoa e da sua cidade. Ela é fanática por propagandas e canta o tempo todo, durante todas as aulas, aquela musiquinha "São quatro copos de leite e 4 nutrientes essenciais: ferro, vitamina, zinco, proteína. Danoninho 4, danoninho já..." Já foi internada algumas vezes por surto de loucura ou crises de riso mas agora diz estar bem.

Paulo Henrique... já falei muito sobre mim. Sua tarefa agora, calouro, é juntar as partes nas quais falei sobre mim e tentar me descrever. Quem fizer essa tarefa melhor receberá um trote mais brando. xD


Valeu BQI 2009!

POLIN MAIA

domingo, 6 de novembro de 2011

Mãe

Mãe, está terminando o dia. Não te vi, não te falei, não mostrei o amor que tenho por você, hoje.
Tenho alguns trechos escritos para você não publicados, pedaços de amor de mãe guardados nas pilhas de escritas, no coração de um filho que ama.
Mãe, por que você faz tanto sentido para mim? Por que minha vida é sua e sua vida é minha? Mãe, por que nessa vida eu mereci tê-la só para mim? Eu te mereço mesmo, assim completa?
Mãe, tudo o que sou é culpa sua. Ser esse alguém que ama, que ama o mundo, que não faz diferença entre gentes, que vive cada dia com seu pesar e sua alegria, rindo ou chorando, à luta. E esse alguém que eu quero ser.
Dia desses tive um dos "dias mais felizes da minha vida". Lembra-se daquela planta da cachoeira? A senhora queria um jeito de levá-la para casa, para por no jardim que está formando, porque a planta é realmente bela. Aí eu disse que a beleza dela podia ser admirada ali mesmo, porque é ali que a planta aprendeu a viver, ali que ela sobreviveria. Lá em casa, a gente domaria outras plantas de igual beleza. Seriam nossas e não sofreriam com a mudança.
Sou uma planta que cresceu na senhora, que não pode ser mudada. Quando forçam essa mudança eu sofro. Eu sofro todos os dias que não estou contigo, mas esse sofrimento dá o gosto de alegria ao te reencontrar, querida mãe. Mãe, preciso sempre de ti, em qualquer e todo sentido. Conto com a senhora para todo o meu tempo, todo o meu amor, toda a minha luta.

polin num quer deixar, polin...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Amiga Bruna

Eu tenho muito o que dizer dela e para ela.
Mas farei isso amanhã cedo, depois que acordar da melhor noite de sono da minha vida, depois que resolvi(emos) nossa vida para sempre.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Amigo Murillo

Não é muito difícil ter amigos. É só você adicionar a mocinha da padaria que lhe ofereceu um sorriso (depois que você pagou pela compra) que acabou de criar um orkut (2004-201...) ou um facebook (200...-2011...) que estará tudo bem. Você agora tem 5101346852126571240100256 amigos e todos sabem o que você faz, com quem faz e porque faz.

Não é muito difícil ter inimigos. É só você recusar as solicitações de amizade nesses mesmos locais onde se inventam amizades, sentimentos e amores.

Sabe o que é difícil?
É primeiro encontrar a amizade e depois "adicionar a pessoa".

Sabe o que é mais difícil ainda?
Aceitar que usem a palavra amigo para usar de substantivo/adjetivo em qualquer circunstância nos dias de hoje.

Se a mocinha da padaria é amigo, o meu amigo Murillo precisaria de criar uns 5101346852126571240100256 perfis para que nossa amizade fosse contemplada num grau compatível. Não sei dele. Falo isso por mim.

Mas enfim, venho prestar minhas sinceras declarações de amizade. É muito bom saber que pessoas como você existem. Não é à toa que passamos por tudo isso de incrível e de triste e de alegre e de chato na vida. O que nos resta é a experiência, a esperança, a vontade de caminhar inspirado pelo amigo a quem somos (sou) imensamente grato.

Que dia terei eu a oportunidade de lhe falar que a vida da gente só precisa de tudo aquilo mínimo que um amigo deseja para nós?

E se a aventura de viver esta vida se resumir numa importância para alguém, já tem este amigo de cá que te acha importante e te achará sempre.

Abraço, amigo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Amora e jabuticaba maduras

Eu estou precisando de me ater mais às minha coisas e ao meu ser.
Papo de gente solta, consciente de sua vida fugaz, de suas vontades fugazes. O medo vem à tona. A preocupação desnecessária, incompatível com seus sonhos. Sonhar tão alto e viver tão pouco, aproveitar os seus dias é obrigação, menino. Mas aproveita para manter o proveito, sacou?
Você tem saída, eu confio em você, em mim. Talvez converso na segunda/terceira pessoa porque sou tantos e vivo tantas vidas...
Estou vivendo ambas as vidas, gostoso ser assim. Saudável não é, mas o que é saúde se o patológico é convicente e constante? Na minha frugalidade sonhada, não caberia a mim, que sou eu e sou outro, e a tudo o que carrego, nos ombros ou no coração. Então deixa-me no meu mundinho de horror, mistério e sonhos - um dia talvez eu possa explicá-lo, depois de entendê-lo.
Estou, finalmente, muito preocupado comigo mesmo, e não funciono bem assim. Quero o bem dos outros, que o meu vem por retribuição.
Vontade de sentir cheiro de mato, de chuva na janela, de dias sombrios e noites amenas. Vontade de poesia, de amor, de vida, de cachoeira, de literatura, de aventura, de doce, de fruta, de carinho, de mãe, de pai, de felicidade.
Vontade de Minas, do meu Brasil, de gente, de simplicidade, de multidão, de solidão, de surpresa, de conhecimento, de tranquilidade, de otimismo, de aceitação, de música, de saúde, de amora e jabuticaba maduras...

domingo, 7 de agosto de 2011

Domingos em Viçosa

Têm a forma do desespero, geralmente, esses domingos que passo na minha cidade universitária. As tias geralmente ligam nesse dia e isso me deixa feliz por demais, as amo muito e queria viver com todas elas juntas (mais minha mãe, meu pai, vovós e todos os que bem-quero). No mais, não acontece nada. E quando eu tenho coragem de inventar, ele até pode agradar.
Às vezes, tem-se sorte. O dia fica emocionante. Domingo feliz.
Meu domingo está até bom. Já que ele tem toda aquela carga, experimento hoje uma leveza pouco habitual. Dia de encontro. Dia de encontrar o que quero. O que preciso. Dia de me encontrar. Essa busca pelo eu, por mais que seja interminável, está tendo sucesso e hoje é um dia potencialmente interessante para tal verificação. Que assim continuem meus dias, e os seus! Que nos encontremos nessa vida, que a lançar mil adjetivos, hoje chamo de formosa.
Abraços felizes.
polin

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Em manutenção

Digo para os mais apressados: Não é este blog que está em manutenção e de certo é o seu próprio autor que sentiu extrema necessidade de mudanças.
Não sei se é um estado de graça, de sítio ou de espírito, ou um estado lastimável, legítimo ou transitório. Confuso estou, preciso de manutenção.
Meu arcabouço de significância não comporta mais a mim. Estou em constante dúvida e despreparo, confundindo marteladas num bife a um ritmo musical. Pára! (precisei do acento pra justamente acentuar a frase)
Que é a minha vida afinal, senão um dia depois do outro, estando o ontem inacabado e eu já vivendo o hoje sem condições de me preparar pro amanhã?
É. Esta manutenção já me é mais que óbvia! Necessariamente, o tempo me enlouquece, sei que é dele que dependo.
Alguma dica não organizacional para eu dar aquela reviravolta necessária? Organização me sucumbe o tempo, perfeccionismo tolo de alguém que acredita ter os seus ideais muito maiores que tudo isso desnecessário que vive.
Os pensamentos ao travesseiro foram embora e o seu tempo de sono poderia aplicar-lhe uma grave denúncia. E o seu tempo de vida, de lazer, de paz, de amizade, de compromisso, de saúde, de domínio? hein, cadê?
Cadê seu domínio? Que descontrole é esse? Fala menino, garoto sem voz, sem vez!
20 anos calados e mais quantos? Pra quê, se não calmos, não sadios e não válidos?
Aprenda menino, ainda é tempo, ainda é forte? Ou a força também se foi?
Trema menos, aja mais, comprometa-se e vá além das palavras e da agenda. Encontre o que quer e não apenas o observe.
Ponto final

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Descrição no orkut é bom!

Pensei dia desses virar poeta
E sair falando de tudo, como quem tem o sentimento do mundo
E continuar nessa vida, meses depois de alcançados 19 anos:
Um pouco certo e um pouco errado, um pouco tensionado e relaxado.
Quem dera minha vida fosse simples, ou a vida dos outros menos complicada.
Quem dera vivêssemos à mesmice, observando cada detalhe sem necessidade de mudá-lo, somente admirando.
Mas não é que a vida é simples? E eu complico...
Quando aparecem complicações, prezo pela simplicidade.
Paradoxalmente vou vivendo, alcançando e perdendo, num ritmo mundano.
Que gratidão tenho à Thaia, amiga de longa data, que me inspirou tanto na vida.
Que lembranças boas eu tenho dos Internos, para quem estou sempre disponível.
Que graça é ter uma família como a minha, que me concede tanta felicidade.
Que graça é ter pais fortes e batalhadores.
Que infortúnio não ter irmãos de sangue, mas que bênção ter Deus me enchido deles na Terra e no céu.
Pelos caminhos do ecumenismo, descobri tanta coisa bela.
E pelo propósito de vida construtiva, quero cada vez mais poder mostrar ao mundo que ele é magnífico.
Agradar a todos, minha oração e prática diárias. Isso dá em confusão, mas também num sentimento tão bom que só eu verdadeiramente entendo (por enquanto).
Nessa vida viçosa tive tanta conquista, que me aborreço já pensando na partida:
Bel, que estava sempre ao meu lado, sorrindo, fazendo graça, e que hoje compartilha comigo uma companhia riquíssima. Bel, que bom foi/é te esperar!
Ronni, mui caro amigo, ‘Valeu champz’. Gabi Jabulani Fonseca Santos, companheirona. Lisa, uma doce e amável amante dos metais, a dividir noites de conversas comigo. Chales, menino aplicado, que anda sumido, lhe tenho muita consideração. Carol, PH, Victória, alegria em ver uma família ser formada. Larissão: uma graça, em todos os sentidos possíveis da palavra. Ariane, Bianca, Gabriel, Murillo, Priscila, Anna, Yasmin, Alex, Raquel, Brunas e tantos outros amigos bioquímicos.
Bioquímica – a arte de compreender a vida em nível molecular!
E amigos, amigos à mão cheia!
Gosto de mudar o assunto.
Dizem que sou engraçado, que bom! Quero mesmo é espalhar alegria.
Peco por me perder, por explicar demais, por causar dúvida nos outros, por perder o foco, fácil fácil.
Acho que tudo é importante, não banalizo nada. Cada coisa tem um preço e um apreço. Procuro equivaler esses substantivos das coisas.
Deixo um espaçozinho pra falar ainda que sou metódico, detalhista e perfeccionista. E que tudo isso é verdade. Ou não.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

24 de junho!

Amanheci na casa das meninas: Michele, Ju e Bel.
Hoje é aniversário do Ronni e da Vivi. Parabéns a eles! Tenho prova de Física III. É dia de São João.

Ontem a noite vim para cá depois que saí da UFV. Pretendia virar a noite estudando Física III com a Michele. Mas aí meu papo com a Bel rendeu muito, a Michele dormiu e eu meio que desisti de passar na Física nesse período... (vamos ver, quem sabe não me surpreendo na prova?)
Realmente virei a noite. Não dormi um segundo sequer. Entre conversas e pedaços de estudo, fiquei martelando alguns pensamentos que pretendo revelar logo logo...

Um abraço a todos. Que este seja um grande dia!

paulo henrique
-pc da Bel-

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Falar de Amor

Pra começar digo que tenho amado. Por tantos dias e em tantos lugares penso nela como se fosse um ser estranho em meio a um mundo cheio de gente previsível.
Sua presença me fazia sorrir, ainda que o sorriso não chegasse a expressão. Seu lado era o lugar mais certo. Sua companhia era o pedido de todo dia. E o tempo passou, mudou, mudamos, o amor não regrediu, cresceu!
E eu nem tenho o direito de dizer tudo isso. Estou quebrando as regras. Digo a você que talvez nem me conheça (e prefiro, nessas horas, os que não me conhecem): Ela ainda é a grande personagem dos meus pensamentos. Pensamentos tão fictícios e que deixo permanecer longe da realidade; às vezes me arrependo, às vezes compreendo que tudo isso é necessário para um propósito qualquer.
E é tão difícil estarmos juntos, e é horrível estar perto e não ter como ficar a vontade. É coisa de Deus - Um dia ainda entendo.
Não sei se ela entende tudo isso. Talvez não confie na minha palavra. Palavras num mundo prevísivel e falso como o de hoje não têm mais toda a sua força. Os substantivos são pra fazer sentido, não pra tocar no coração. Ou pelo menos pra iluminar a razão. Um "te amo" tem o mesmo impacto de um "te adoro". O beijo de "Bjs" é o mesmo que um tchau.
Talvez eu tenha me atrapalhado, ou a linguagem me tenha feito mal, ou deveria acontecer exatamente o que vem acontecendo. A distância alarga enquanto meu coração se expande de afeto e comprime de saudade.

Não direi quem ela é. Já que quebrei as regras, pelo menos não emporcalharei o nome da cúmplice. Se ela puder ler isto... ou melhor que ela possa ler isso, ainda que daqui 50 ou 6o anos, estarei feliz.

tião (+ um apelido)

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Acabei "A Cabana"

O título é propositadamente feito com aliterações e assonâncias.
Lembro-me muito destas palavras ditas tantas vezes por minhas professoras de português. Fazem parte de um assunto denominado "figuras de linguagem e estilo".

Mas vamos ao que interessa.
Já fazia dois meses que eu havia pegado o livro " A cabana" de Willian P. Young com o meu amigo Ronni e começado a ler. Como estava bastante apertado com provas não tinha tempo de acabá-lo. Mas finalmente terminei logo que entrei de férias.
Simplesmente é um dos livros mais fantásticos que li. EMOCIONANTE, cheio de recursos, tratando de Deus do jeito mais simples e válido possível.

Retirei uma parte do final da obra e vou reproduzi-la aqui. Achei muito interessante:
"Cada relacionamento enre duas pessoas é absolutamente único. Por isso você não pode amar duas pessoas da mesma meneira. Simplesmente não é possível. Você ama cada pessoa de modo diferente por ela ser quem ela é e pela especificidade do que ela recebe de você."

Isso me inspirou muito e me faz tomar algumas decisões mais sábias na hora de pensar e agir com os outros. Vale muito a pena ler!

Abraço.
maiadefreitas