quinta-feira, 16 de junho de 2011

De hoje em diante...

... Será tudo novo.
E tenho decidido o certo.
Mais uma infinita pequena postagem pra mim.
Polin

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Novos Rumos e Caminhos

Acho que nunca quis tanto viver como hoje em dia. Sede de vida, sinto! Mas tenho alma vaidosa, que resiste ao próprio desejo são.
Saúde se perdeu, e a consciência que já era normal de se perder. Mas nunca tive tanta vontade de encontrá-la. Abstrações.

Enfim, estou tentando ter um mundo, uma vida natural. Faz 6 dias, era madrugada de 20 de maio, quando deparei-me a 1 mês dos meus 20 anos. Necessidade de mudar tudo, reconfigurar-me, pelo menos internamente, mas deixando as boas tendências externas tomarem conta de mim.

PET, CA, LTB, BQI, UFV, CLA, RPG, M.S., $, PHMF...

Às vezes é preciso se achar tomando conta de tudo o que é seu, e não o contrário. Estou nessa busca meus amigos. Confiem em mim. Não me peçam para desistir de coisas, me ajudem a saber controlá-las. Isso é um toque mais pra mim.

Minha Tia Dica querida, sei que levas contigo um pedaço de mim. E deixa-me forças para melhorar.

Mulheres da semana: Paula Toller, Amanda Gurgel e Dayelle Sâmila.

Abraços

polin

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Promessas

Tudo o que antes prometi a mim mesmo e não cumpri. Faça-o agora, desde já e para sempre. Para o seu bem, polin.
E dará conta de tudo. ok?
bons dias...


(postagem pra mim mesmo)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Transpor barreiras

Falo de transpor o espaço físico e mental. Reinventar o mundo, de forma a deixá-lo saboroso. Que ele se alegre a cada dia com sua presença - e esta alegria se revela na boa vivência do mundo, onde basta imperar a justiça e tudo o que é digno vem.
Espalhe a boa vivência ao mundo, distribua aquilo que de bom você tem. Abra um sorriso a cada esquina e a cada rosto e passe a acreditar nas pessoas, na felicidade que elas podem lhe proporcionar. Essa é a maior justiça que pode existir: amar o próximo.
Não sei porque gosto de escolher o difícil ou porque estou sempre beirando o complexo, a loucura - talvez porque seja assim que saberia viver, mas enfim - tenho um julgamento meio diferente das coisas e entre minhas considerações está a de lutar por todos, defender todos, ajudar a todos, agradar a todos. Alguns falarão da impossibilidade, ou da inverdade que isso traz, mas acredito e executo. E por bem de todos preciso estar bem sempre e afinal de contas é somente isto que busco a cada dia. Não posso me permitir dias de tristeza ou de tranquilidade fria.
Desejo que reconheça a transposição que lhe indico. Falo de confiar, seguir em frente, do seu jeito, carregando o que de bom pode dar aos outros. Muita luz pra você, filho da Terra.

Grande abraço,

maiadefreitas


Obs: Guardado por quase quatro meses como rascunho, mas muito útil hoje.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Ouvindo...

Este é o começo de uma longa postagem. Primeiro como uma forma de me desculpar por passar longo tempo sem escrever. Segundo porque nesses dias estive mais interiorizado. Terceiro porque quando fico calado no dia-a-dia sinto uma imensa vontade de escrever...

Primeiro vou colocar uma estrofe da canção "Fracasso", da Pitty. Descobri a música esses dias e tenho refletido sobre minha própria vida usando tal letra como base.

"Vive tão disperso, olha pros lados demais
Não vê que o futuro é você quem faz
Porque o fracasso lhe subiu a cabeça"

Já deu pra sentir não é? E os que me conhecem reconhecerão de início o tom de complexidade que posso dar a algo que talvez nem seja tão complexo. Mas é minha vida...
O mundo lá fora sempre é um local fantástico para mim. Sinto sua leveza mesmo tendo na cabeça tantos problemas. Aprendi a admirar, interiormente. Sei o que acontece e não costumo ter muitas dúvidas do que eu sou.
O aprendizado que ganhei do mundo é um trunfo para mim e fico feliz quando posso passá-lo ao próximo. Pena que aprendi de uma forma tão diferente do que é convencional que acabo passando uma imagem muito distorcida para esse mundo mundano/previsível que ataco vez ou outra nos meus discursos. Tomo o lado dos mais fracos frequentemente e já me viram como um também fraco por isso. Perdi-me algumas vezes no decorrer da existência. Perdi pedaços de mim. Poeta tem dessas coisas...

E já desacreditei de mim. E esse foi quase um erro terminal. O fracasso me subiu a cabeça, como me diria Pitty. E nessas horas aprendi muito, em detrimento de tristezas profundas a sentir que poderia carregar pra toda a vida. Continuo acumulando funções e quero aprender a administrá-las melhor. Só isso.

Vejo que "foco" é palavra de ordem para mim. Disperso que sou, acabo perdendo vivências, raleando a vida, esvaziando-me. E não preciso me esvaziar. A memória, as ideias continuarão alocadas em mim. Preciso apenas organizá-las.

Planejando o futuro, buscando algo melhor. Trabalhando. Usando gerúndios ou não, escrevendo.
E não perder meus prazeres, minhas vontades. Sem individualismo, só querendo ser alguém que também sente e precisa ser reconhecido por isso.

Não, não foi uma grande postagem. Senti tudo o que precisava enquanto escrevia. Vou dormir melhor com isso. Até breve.

maia

sábado, 2 de outubro de 2010

Resenha Crítica / Resumo – A Origem

Terça-feira dessas juntamos alguns amigos e fomos ao cinema de Viçosa ver "A Origem". Foi muito bom.

Pra não deixar minha veia de escritor apagada, meio que matei uma aula de Química Analítica para fazer o excerto abaixo. Espero que goste. (Do texto e do filme). Abração =]

Como seria acordar no meio de um sonho? E se você já estivesse sonhando em um, dois ou mais níveis de sonho? Pareceu estranho, não é? Mas é justamente essa estranheza que conduz “A Origem”, filme de Christopher Nolan, com Leonardo di Caprio e Ellen Page, lançado em 2010.

Curioso pelas questões oníricas, Cobb (di Caprio) ganha a vida invadindo a mente das pessoas que dormem e lhes roubando ideias. Acompanhado por conhecedores da técnica do sonho coletivo, ele tem uma missão importante: impedir que uma enorme empresa de energia que detém alta participação no mercado mundial sucumbe com os recuros do planeta. Para isso, o grupo deverá mudar o pensamento do herdeiro da empresa, Robert Fischer (Cillian Murphy) durante uma viagem de avião para Los Angeles.

A prática do sonho coletivo existe em várias partes do mundo e os objetivos dela parecem bastante obscuros. Mas a fantasia toma conta de quem a conhece e sonhar torna-se um vício. O filme retrata, nesse sentido, o envolvimento de uma jovem arquiteta, Ariadne, no caso de Fischer. Além de ser um trabalho de arquitetura, aplicável, digamos, ao nível de sonho, ela se interessou muito por esse tipo de manipulação e isso se transformou em necessidade para sua alma engenhosa.

Ariadne aprendeu logo as técnicas e conseguiu desvendar porque Cobb não conseguia a perfeição nos seus projetos: ele estava envolvendo seus próprios problemas nos sonhos coletivos que se situavam num outro campo e essa interferência causava atribulações que poderiam impedir as ações na mente dos indivíduos. O problema de Cobb era a morte de sua mulher. Ela fora vitima de sua iniciação nessa técnica e ao viver tão intensamente a “vida dos ou ‘nos’ sonhos”, acabou confundindo entre o que era e o que não era a realidade e isso culminou com o seu suicídio. Cobb ficou, assim, com a culpa.

O protagonista precisa, então, reconquistar a confiança da família e provar que não matou sua mulher. Para isso, ele necessita se libertar de um sonho que estava bastante profundo – no qual sua mulher o faz permanecer num mundo só deles. Ariadne descobre como fazer isso. E depois que o caso de Fischer é resolvido, tudo na vida de Cobb parece estar acertado.

A questão da energia não é discutida no final, revelando o propósito maior da obra: a solução do problema de Cobb. Apesar de ser mostrado o reencontro dele com a família, um elemento final nos deixa sem saber se aquilo aconteceu ou se foi tudo apenas um sonho. Você não se permitirá dormir na poltrona. Bom filme.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Descrição no orkut é bom!

Pensei dia desses virar poeta
E sair falando de tudo, como quem tem o sentimento do mundo
E continuar nessa vida, meses depois de alcançados 19 anos:
Um pouco certo e um pouco errado, um pouco tensionado e relaxado.
Quem dera minha vida fosse simples, ou a vida dos outros menos complicada.
Quem dera vivêssemos à mesmice, observando cada detalhe sem necessidade de mudá-lo, somente admirando.
Mas não é que a vida é simples? E eu complico...
Quando aparecem complicações, prezo pela simplicidade.
Paradoxalmente vou vivendo, alcançando e perdendo, num ritmo mundano.
Que gratidão tenho à Thaia, amiga de longa data, que me inspirou tanto na vida.
Que lembranças boas eu tenho dos Internos, para quem estou sempre disponível.
Que graça é ter uma família como a minha, que me concede tanta felicidade.
Que graça é ter pais fortes e batalhadores.
Que infortúnio não ter irmãos de sangue, mas que bênção ter Deus me enchido deles na Terra e no céu.
Pelos caminhos do ecumenismo, descobri tanta coisa bela.
E pelo propósito de vida construtiva, quero cada vez mais poder mostrar ao mundo que ele é magnífico.
Agradar a todos, minha oração e prática diárias. Isso dá em confusão, mas também num sentimento tão bom que só eu verdadeiramente entendo (por enquanto).
Nessa vida viçosa tive tanta conquista, que me aborreço já pensando na partida:
Bel, que estava sempre ao meu lado, sorrindo, fazendo graça, e que hoje compartilha comigo uma companhia riquíssima. Bel, que bom foi/é te esperar!
Ronni, mui caro amigo, ‘Valeu champz’. Gabi Jabulani Fonseca Santos, companheirona. Lisa, uma doce e amável amante dos metais, a dividir noites de conversas comigo. Chales, menino aplicado, que anda sumido, lhe tenho muita consideração. Carol, PH, Victória, alegria em ver uma família ser formada. Larissão: uma graça, em todos os sentidos possíveis da palavra. Ariane, Bianca, Gabriel, Murillo, Priscila, Anna, Yasmin, Alex, Raquel, Brunas e tantos outros amigos bioquímicos.
Bioquímica – a arte de compreender a vida em nível molecular!
E amigos, amigos à mão cheia!
Gosto de mudar o assunto.
Dizem que sou engraçado, que bom! Quero mesmo é espalhar alegria.
Peco por me perder, por explicar demais, por causar dúvida nos outros, por perder o foco, fácil fácil.
Acho que tudo é importante, não banalizo nada. Cada coisa tem um preço e um apreço. Procuro equivaler esses substantivos das coisas.
Deixo um espaçozinho pra falar ainda que sou metódico, detalhista e perfeccionista. E que tudo isso é verdade. Ou não.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

24 de junho!

Amanheci na casa das meninas: Michele, Ju e Bel.
Hoje é aniversário do Ronni e da Vivi. Parabéns a eles! Tenho prova de Física III. É dia de São João.

Ontem a noite vim para cá depois que saí da UFV. Pretendia virar a noite estudando Física III com a Michele. Mas aí meu papo com a Bel rendeu muito, a Michele dormiu e eu meio que desisti de passar na Física nesse período... (vamos ver, quem sabe não me surpreendo na prova?)
Realmente virei a noite. Não dormi um segundo sequer. Entre conversas e pedaços de estudo, fiquei martelando alguns pensamentos que pretendo revelar logo logo...

Um abraço a todos. Que este seja um grande dia!

paulo henrique
-pc da Bel-

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Meu Grupo de Convivência

Partiu de um convite da Bel. Lisa e Ronni apoiaram e lá fui eu!
Grupo de convivência, GC, é uma turma de amigos e conhecidos que se tornam amigos... Reunimo-nos para "conviver", simples assim.
Começou no dia 9 de abril. Fui, como disse, a convite da Bel (que faz Bioquímica comigo e é uma das melhores pessoas que conheci em Viçosa xD). Encontrei o pessoal lá pelas dez e meia da noite na Praça de Vivência da UFV. Fazia um tremendo frio... e foi ótimo. Tinha acabado de fazer a primeira prova de Física II e me senti feliz ouvindo os novos amigos e alguns velhos... De lá pra cá temos compartilhado bons momentos juntos.
Já houve reunião na minha casa, da Alice, do Bruno, da Lunara, na IPV e hoje será na casa nova da Bel. O horário é meio estranho: 10 da noite, mas é o único que dá pra todo mundo, pelo menos na teoria hehe.
Sempre temos uma boa comidinha e uma conversa aberta sobre o livro "Sete pecados capitais" de 'Os Guinness'. O assunto sempre rende e cada vez mais eu vejo como Viçosa pôde me oferecer coisas legais. Ah, nossos padrinhos são os pais da Alice, o Délio e a Clênia, muito gente-finas.
Que a noite de hoje seja prazerosa.
Abraço a todos os leitores.
Paulo

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Já nesse mês de aniversário...

Tenho tanto pra escrever. Anota aí:
- Código 4;
- Crônica da Carteirinha de Larissão;
- Jornal Nitrogenal;
- Físicas II e III;
- Victória;
- Grupo de Convivência;
- Aposentadoria de Mãe;
- Trote dos calouros...

Essas coisas e tantas outras me aconteceram nesses meses que passei sem postar. Prometo atualizar tudo que eu lembrar e achar importante. Por agora, resumirei meu terceiro período: uma loucura, mas uma loucura boa!
Nunca estive tão atarefado. 25 créditos. Duas das piores diciplinas do meu curso ao mesmo tempo. Faltou espaço pro "E P Maia", que pena. Acostumei-me realmente à vida de universitário. Viçosa continua sendo ótima. Cada vez mais conheço pessoas novas que quase sempre trazem algo bom para mim. Infelizmente tenho diminuído o contato com os amigos antigos, mas estou bastante saudoso deles. Já chega a meia-noite, estou cansado. Prometo voltar aqui logo logo.
Estou feliz. Está frio.
polin xD