segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Eu sou de um tipo diferente, mas que como tudo se acha igual.

Mudo minha vida a cada hora que lembro poder fazer isso. Sempre quero ser outra pessoa! Desse ponto em diante mudarei! E assim têm sido meus dias há um bom tempo.

Você demora a perceber como isso lhe tem feito mal/mau. Mau com você mesmo. Você simplesmente é isso que está aí vivendo, ria ou chore! O que quero dizer é: o que você sente ao seu respeito lhe é o natural. Não nos enganamos assim, como você imagina que está equivocado e precisa e vai mudar tudo!

(Para os mais aventureiros que gostam de copiar e colar: Isso é meu, que fique bem claro. Aqui reside apenas meu jeito de enxergar estas passagens.)

Aí, se você se libertar tudo estará bem. Eu quero me libertar hoje. Esta é a última vez que falo que vou mudar de vida. Porque vou mudar para o que ela é de verdade. Sem volta esta mudança, até que eu esqueça que um dia descobri a saída e sofra mais um pouquinho procurando por ela.

Isso está tão pessoal que nem precisava vir parar neste blog. Mas quem tem a alma louca gostará de me ler. Eu tenho a alma louca, e meu corpo ainda resiste. Bom pra mim? Qual eu?

Estou escrevendo um texto interrompido. Organização demais tem me sucumbido. Preciso me libertar disso. Todos nós precisamos nos libertar de muita coisa. Libertem-se de tudo isso que lhes faz tanto mal. Pronto, amanhã o Sol brilhará e você será outro.

Mas eu, que não sou bobo nem nada, vou começar agora. Horas iguais, 23:23 de 26 do 09 de 2011. Boa Sorte, menino

polin

com um misto de sentimentos hoje.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Amora e jabuticaba maduras

Eu estou precisando de me ater mais às minha coisas e ao meu ser.
Papo de gente solta, consciente de sua vida fugaz, de suas vontades fugazes. O medo vem à tona. A preocupação desnecessária, incompatível com seus sonhos. Sonhar tão alto e viver tão pouco, aproveitar os seus dias é obrigação, menino. Mas aproveita para manter o proveito, sacou?
Você tem saída, eu confio em você, em mim. Talvez converso na segunda/terceira pessoa porque sou tantos e vivo tantas vidas...
Estou vivendo ambas as vidas, gostoso ser assim. Saudável não é, mas o que é saúde se o patológico é convicente e constante? Na minha frugalidade sonhada, não caberia a mim, que sou eu e sou outro, e a tudo o que carrego, nos ombros ou no coração. Então deixa-me no meu mundinho de horror, mistério e sonhos - um dia talvez eu possa explicá-lo, depois de entendê-lo.
Estou, finalmente, muito preocupado comigo mesmo, e não funciono bem assim. Quero o bem dos outros, que o meu vem por retribuição.
Vontade de sentir cheiro de mato, de chuva na janela, de dias sombrios e noites amenas. Vontade de poesia, de amor, de vida, de cachoeira, de literatura, de aventura, de doce, de fruta, de carinho, de mãe, de pai, de felicidade.
Vontade de Minas, do meu Brasil, de gente, de simplicidade, de multidão, de solidão, de surpresa, de conhecimento, de tranquilidade, de otimismo, de aceitação, de música, de saúde, de amora e jabuticaba maduras...

domingo, 7 de agosto de 2011

Domingos em Viçosa

Têm a forma do desespero, geralmente, esses domingos que passo na minha cidade universitária. As tias geralmente ligam nesse dia e isso me deixa feliz por demais, as amo muito e queria viver com todas elas juntas (mais minha mãe, meu pai, vovós e todos os que bem-quero). No mais, não acontece nada. E quando eu tenho coragem de inventar, ele até pode agradar.
Às vezes, tem-se sorte. O dia fica emocionante. Domingo feliz.
Meu domingo está até bom. Já que ele tem toda aquela carga, experimento hoje uma leveza pouco habitual. Dia de encontro. Dia de encontrar o que quero. O que preciso. Dia de me encontrar. Essa busca pelo eu, por mais que seja interminável, está tendo sucesso e hoje é um dia potencialmente interessante para tal verificação. Que assim continuem meus dias, e os seus! Que nos encontremos nessa vida, que a lançar mil adjetivos, hoje chamo de formosa.
Abraços felizes.
polin

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Minha vida...

... é o título de uma canção da Rita Lee, música das mais ouvidas por mim ultimamente. Tenho ouvido outras, mas quem me dera ouvir com os ouvidos de outrora.
Repetidas vezes, falo a mesma coisa: sou um ser nostálgico. Nostálgico demais. Tem pessoas e lugares que me lembram minha vida, como diria Rita. E essas lembranças não se apagam, têm uma força tremenda. Sei que um dia sentirei isso pelo que é de agora, e aí me pergunto: Por que não aproveitar agora? Esquecer do passado, que, rico em alegrias, me deixa tristonho? Ai ai ai. Ser sofrível esse EU.
Tenho experimentado alegrias esses dias. Alegria que me fará falta daqui a um tempo. Não pela falta em si porque poderei ter o que tenho hoje, mas pela lembrança.
Acho que já percebi/emos que temos aqui um ciclo. A nostalgia é isso. E deixa de ser ciclo e é ciclo expansivo. Vai ficando cada vez maior. Quanto medo de enfrentar esse meu futuro nostálgico, se assim posso adjetivá-lo!
Que os dias se acalmem, que minha vida se encontre. Que este encontro ocorra aos meus olhos, sob meu controle. Que eu consiga controlar essa minha vida mundana, essa vida forasteira.
Que eu espalhe alegria e colha a felicidade de um mundo sereno!

Grande abraço a todos que me lêm nesses dia de luta.

polin maia

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Em manutenção

Digo para os mais apressados: Não é este blog que está em manutenção e de certo é o seu próprio autor que sentiu extrema necessidade de mudanças.
Não sei se é um estado de graça, de sítio ou de espírito, ou um estado lastimável, legítimo ou transitório. Confuso estou, preciso de manutenção.
Meu arcabouço de significância não comporta mais a mim. Estou em constante dúvida e despreparo, confundindo marteladas num bife a um ritmo musical. Pára! (precisei do acento pra justamente acentuar a frase)
Que é a minha vida afinal, senão um dia depois do outro, estando o ontem inacabado e eu já vivendo o hoje sem condições de me preparar pro amanhã?
É. Esta manutenção já me é mais que óbvia! Necessariamente, o tempo me enlouquece, sei que é dele que dependo.
Alguma dica não organizacional para eu dar aquela reviravolta necessária? Organização me sucumbe o tempo, perfeccionismo tolo de alguém que acredita ter os seus ideais muito maiores que tudo isso desnecessário que vive.
Os pensamentos ao travesseiro foram embora e o seu tempo de sono poderia aplicar-lhe uma grave denúncia. E o seu tempo de vida, de lazer, de paz, de amizade, de compromisso, de saúde, de domínio? hein, cadê?
Cadê seu domínio? Que descontrole é esse? Fala menino, garoto sem voz, sem vez!
20 anos calados e mais quantos? Pra quê, se não calmos, não sadios e não válidos?
Aprenda menino, ainda é tempo, ainda é forte? Ou a força também se foi?
Trema menos, aja mais, comprometa-se e vá além das palavras e da agenda. Encontre o que quer e não apenas o observe.
Ponto final

quinta-feira, 16 de junho de 2011

De hoje em diante...

... Será tudo novo.
E tenho decidido o certo.
Mais uma infinita pequena postagem pra mim.
Polin

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Novos Rumos e Caminhos

Acho que nunca quis tanto viver como hoje em dia. Sede de vida, sinto! Mas tenho alma vaidosa, que resiste ao próprio desejo são.
Saúde se perdeu, e a consciência que já era normal de se perder. Mas nunca tive tanta vontade de encontrá-la. Abstrações.

Enfim, estou tentando ter um mundo, uma vida natural. Faz 6 dias, era madrugada de 20 de maio, quando deparei-me a 1 mês dos meus 20 anos. Necessidade de mudar tudo, reconfigurar-me, pelo menos internamente, mas deixando as boas tendências externas tomarem conta de mim.

PET, CA, LTB, BQI, UFV, CLA, RPG, M.S., $, PHMF...

Às vezes é preciso se achar tomando conta de tudo o que é seu, e não o contrário. Estou nessa busca meus amigos. Confiem em mim. Não me peçam para desistir de coisas, me ajudem a saber controlá-las. Isso é um toque mais pra mim.

Minha Tia Dica querida, sei que levas contigo um pedaço de mim. E deixa-me forças para melhorar.

Mulheres da semana: Paula Toller, Amanda Gurgel e Dayelle Sâmila.

Abraços

polin

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Promessas

Tudo o que antes prometi a mim mesmo e não cumpri. Faça-o agora, desde já e para sempre. Para o seu bem, polin.
E dará conta de tudo. ok?
bons dias...


(postagem pra mim mesmo)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Transpor barreiras

Falo de transpor o espaço físico e mental. Reinventar o mundo, de forma a deixá-lo saboroso. Que ele se alegre a cada dia com sua presença - e esta alegria se revela na boa vivência do mundo, onde basta imperar a justiça e tudo o que é digno vem.
Espalhe a boa vivência ao mundo, distribua aquilo que de bom você tem. Abra um sorriso a cada esquina e a cada rosto e passe a acreditar nas pessoas, na felicidade que elas podem lhe proporcionar. Essa é a maior justiça que pode existir: amar o próximo.
Não sei porque gosto de escolher o difícil ou porque estou sempre beirando o complexo, a loucura - talvez porque seja assim que saberia viver, mas enfim - tenho um julgamento meio diferente das coisas e entre minhas considerações está a de lutar por todos, defender todos, ajudar a todos, agradar a todos. Alguns falarão da impossibilidade, ou da inverdade que isso traz, mas acredito e executo. E por bem de todos preciso estar bem sempre e afinal de contas é somente isto que busco a cada dia. Não posso me permitir dias de tristeza ou de tranquilidade fria.
Desejo que reconheça a transposição que lhe indico. Falo de confiar, seguir em frente, do seu jeito, carregando o que de bom pode dar aos outros. Muita luz pra você, filho da Terra.

Grande abraço,

maiadefreitas


Obs: Guardado por quase quatro meses como rascunho, mas muito útil hoje.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Ouvindo...

Este é o começo de uma longa postagem. Primeiro como uma forma de me desculpar por passar longo tempo sem escrever. Segundo porque nesses dias estive mais interiorizado. Terceiro porque quando fico calado no dia-a-dia sinto uma imensa vontade de escrever...

Primeiro vou colocar uma estrofe da canção "Fracasso", da Pitty. Descobri a música esses dias e tenho refletido sobre minha própria vida usando tal letra como base.

"Vive tão disperso, olha pros lados demais
Não vê que o futuro é você quem faz
Porque o fracasso lhe subiu a cabeça"

Já deu pra sentir não é? E os que me conhecem reconhecerão de início o tom de complexidade que posso dar a algo que talvez nem seja tão complexo. Mas é minha vida...
O mundo lá fora sempre é um local fantástico para mim. Sinto sua leveza mesmo tendo na cabeça tantos problemas. Aprendi a admirar, interiormente. Sei o que acontece e não costumo ter muitas dúvidas do que eu sou.
O aprendizado que ganhei do mundo é um trunfo para mim e fico feliz quando posso passá-lo ao próximo. Pena que aprendi de uma forma tão diferente do que é convencional que acabo passando uma imagem muito distorcida para esse mundo mundano/previsível que ataco vez ou outra nos meus discursos. Tomo o lado dos mais fracos frequentemente e já me viram como um também fraco por isso. Perdi-me algumas vezes no decorrer da existência. Perdi pedaços de mim. Poeta tem dessas coisas...

E já desacreditei de mim. E esse foi quase um erro terminal. O fracasso me subiu a cabeça, como me diria Pitty. E nessas horas aprendi muito, em detrimento de tristezas profundas a sentir que poderia carregar pra toda a vida. Continuo acumulando funções e quero aprender a administrá-las melhor. Só isso.

Vejo que "foco" é palavra de ordem para mim. Disperso que sou, acabo perdendo vivências, raleando a vida, esvaziando-me. E não preciso me esvaziar. A memória, as ideias continuarão alocadas em mim. Preciso apenas organizá-las.

Planejando o futuro, buscando algo melhor. Trabalhando. Usando gerúndios ou não, escrevendo.
E não perder meus prazeres, minhas vontades. Sem individualismo, só querendo ser alguém que também sente e precisa ser reconhecido por isso.

Não, não foi uma grande postagem. Senti tudo o que precisava enquanto escrevia. Vou dormir melhor com isso. Até breve.

maia